sábado, 29 de novembro de 2008

Ciúme: "Doença" Fatal

O que interessa a vida a dois
Se o ciúme for o “amor” principal?
O que interessa dizer que se ama
Que se tem na alma, viva a chama
De um fogo ardente que “entoa”
Quando dentro da pessoa
Existe o “mal”
Irracional
Quantos beijos são dados
Recebidos
Secos, molhados
Lascivos, enlouquecidos
E entre divagações da imaginação
Se entrega o coração
Em louca paixão
Quando depois um, quiçá os dois
Repara(m) que afinal
Se cai na real
E se reconhece
Que o ciúme é o “amor” principal
Que não existe amor fraternal
Mas sim, “doença” … FATAL.

5 comentários:

  1. Um fascinio que me encantou.
    Lenita

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  2. O ciume é a arma dos mais fracos por isso deve-se atirar ao fundo do mar
    LS

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  3. Não sei, mas se isto fosse meu, suprimia o penúltimo verso. Não me parece que o amor fraternal seja para aqui chamado.
    Espero que fique muito irritado por eu me estar a meter nos seus poemas, que fiz de propósito :)

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  4. lenor

    Quem não sabe mais, escreve como eu escrevo

    Seja feliz
    .

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  5. lenor

    Aqui o fraternal tem o alcance de afectuoso

    Ou seja afecto entre dois seres que se amam ou pelo menos que se dizem amar.

    Há quem defenda que não existe amor sem ciúme. Também concordo.

    Mas quando o ciúme vira "doença", acaba o amor

    Fique bem

    Apareça sempre

    Porque é que espera que eu fique irritado?

    Seja feliz

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