quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Silêncios de mar em desamor tardio



Rocha, nobre companheira de marés tardias
Ondas de nostalgia, silenciosas, flutuadoras
Vento que traz grãos do areal, frases vazias
Olhando as águas que namoram, tentadoras
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O mar é a imensidão do desigual e desamor
Atraente à sensação que nos oferece à alma
Traz afecto em ondas magnéticas de louvor
Que refresca a minha mente em tarde calma
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Assim quando a tristura me procura e atenta
Na frescura duma pedra que silêncio ostenta
Repousa o meu sorriso em libertina ligação
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Imagino-te meu amor de corpo tão ausente
No meu pensamento estás sempre presente
Arejada rocha que asserena o  meu coração
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domingo, 11 de fevereiro de 2018

Lágrimas de amor e ... saudade.



Deixaste pesar, nem imaginas meu amor
Como deixaste delido o meu olhar, ilusão
Como largaste a minha mente na solidão
Como fel pulsando em infindo amargor
Espada que rasgou meu peito, ai esta dor
Que me asfixia, afoga como água do rio
Que gera em meu viver torpe infelicidade
Recordações de amor, revolta, maldade
Coalhando os meus sentimentos, calafrio
Deixaste melancolia, remorso e saudade
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Nas dores do desagrado, plangor exposto
Quando meus olhos carpiram dor sentida
Deixando em meu peito, aberta vil ferida
Ficando os meus dias, chagas e desgosto
Dia sombrio que ao meu coração, aflora
Promessas. Fadiga. Desejavas ir embora
Não merecias ser a perversão do desnorte
Trágica ilusão que dilacera a própria vida
Deixando um sentimento triste, desilusão
Dura desdita, olhos choram a tua partida
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Autor: Eu.
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

São teus olhos ... o Bálsamo dos Meus.


Meus olhos olham os teus, deliciosos, tão belos
Iluminam meu coração como o Sol e seu clarão
Se os fechas e o meu olhos não poderem vê-los
É como o esplendor se apagar em meu coração
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São teus olhos raios de luz em puro resplendor
Pétalas que ao anoitecer oferecem a sua doçura
Barco que navega, tocando as ondas em louvor
Deixando pelo caminho, doce carinho e ternura
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Gosto dos teus olhos sorrindo perante os meus
Sabendo que o meu amor são ósculos molhados
Mostrando como é mélica a sua finura ligação
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Como posso não gostar do teu olhar irracional
Se são o bálsamo do meu equilíbrio emocional
São o aroma que refresca o meu quente coração
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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Sem ti ... Melancólico Castigo.

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Manhã fria. Amanhecer em tons de qualquer cor
Saudades de teu sorriso. Desse teu jeito de olhar
Dos teus afagos, dos teus beijos ávidos de amor
Da felicidade de te sentir, de contigo conversar
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Hoje senti a tua ausência. Teu lugar triste, vazio
Tão escuro o silêncio, sem a luz da tua presença
Abri a janela. Nevava lá fora. Dia cinzento, frio
Dura solidão. Senti-me rodeado na dor, carência
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Dia sem sol. Nuvens no céu. Meu olhar ausente
És em mim o adormecer, o acordar, o expoente
Saudade de nós, saudades da tua palavra amiga
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Nevoeiro. Vácuo silêncio de acordes de sentido
Manhã fria. Sorriso fechado num corpo vencido
Melancolia do amanhecer que sem ti me castiga
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Autor: EU
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

FELIZ ANO NOVO DE 2018.


Tocam os sinos da meia-noite
Soltam-se o champanhe em efervescência
Soam os estalidos dos foguetes
Brilham as estrelas no céu
Soltam-se as gargantas
Limpa-se a consciência
Levantam-se os olhares,
Vêem-se os lampejos do foguear
Canta-se a chegada dos 10 segundos
Alegra-se e celebra o Povo 
Os festejos são profundos
Abraços e beijos
São os desejos
A chegada do Ano Novo.
É tempo de renovação
Do amor, de nova paixão
É o acreditar que tudo será diferente
E na alma de tanta gente
Acredita-se que, finalmente
Tudo será paz e união
Definitivamente
 .
Feliz Ano Novo
Abençoado seja 2018
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sábado, 23 de dezembro de 2017

FELIZ NATAL, REPLETO DE PAZ E AMOR.

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Mesmo que não estivéssemos frente a frente
Nem nosso olhar alguma vez se cruzou
Desejo, faço votos, muito sinceramente
Que este Natal lhe traga aquele presente
Que já alguma vez você sonhou
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Acredite, porque é a pura verdade
E é o meu coração quem o diz
Para que exista infinita felicidade
Este Natal só será uma realidade
Se o seu coração estiver feliz
…………………............................
FELIZ NATAL PARA SI, FAMÍLIA E AMIGOS/AS.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Que seja Natal na tristeza do olhar da criança


Meu olhar atravessa a paisagem em destino sem rumo
Ultrapassa os devaneios, caminha no silêncio do saber
Enfrenta as marés, ondas e navios, sapiência e aprumo
Trevas de tristeza, campos em flor, rimas por escrever
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Solto o sorriso em águas inseguras, barco que navega
Ondas que esbatem na transparência da útil confiança
Sentidos onde o sol é carência de um desejo que nega
A felicidade  dum feliz sorrir no rosto de uma criança
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Desato o meu sonho na emoção das noites iluminadas
Intuições que me colhem os desatinos do pensamento
Fujo das cordas que o meu sentimento ao cais amarra
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Estrelas que brilham, iluminem as almas encarceradas
Abram o vosso coração. Libertem o sincero sentimento
Ensinem as crianças a cantar a música da feliz cigarra
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Passear contigo pelos caminhos da ventura


De mão dada, queria ir passear contigo
Pelas ruelas e  caminhos da felicidade
Esquecer mágoas, tristezas, a saudade
Nostalgias sofridas  pela vil agrura
Poder dedicar-te poemas de candura
Abrir o coração, sussurrar o que sinto
Mostrar-te como lacrimeja o meu olhar
Como escorre verdade do meu pensar
Queria amar-te, ir  passear contigo
Desbravar  os caminhos da saudade
Mas hesito. Penso que não consigo
A nostalgia não nos deixa caminhar
Pelos carreiros dos sorrisos da ventura
Pelos horizontes do amor e ternura
Onde, contigo, tanto desejava estar.
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O GRITO DO SILÊNCIO DOS AFLITOS


Olho o além-mar. Ouço os ruídos do silêncio
O deslizar das ondas. Rochas parecem mover-se
Em namoro com a água que ondula tão airosa
Num vai e vem em cadência sigilosa
Não sabendo quando e onde deter-se
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Um barco mareia no silêncio do meu olhar
Navega envolto no nada de coisa alguma
Diluem-se as ondas. Respiro o ar da solidão
Sinto compassada a minha respiração
Ao ouvir os gritos do silêncio da espuma
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Ouço o rebentar do sossego da ondulação
Os desatinos dos silêncios dos meus gritos
O vento acaricia o meu corpo de malícia
E do além traz-me a silenciosa noticia
Que o ciciar das ondas, é o grito dos aflitos
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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Tempestade entre Silêncios


Não brilham as estrelas, sopra um frio vento
Chove. Fecham-se as janelas à firme negrura
Vidraças molhadas. Altera-se o pensamento
Surge o triste sorriso através da noite escura
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Isoladas vozes ouvem-se no silêncio da rua
Abafadas pelo troar dos intrépidos trovões
Chega a tempestade. É a Ana que vem nua
Para amaldiçoar almas e enxutos corações
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Nome de mulher. A Ana que chega molhada
Traz vida, felicidade, quiçá sólida enxurrada
Que a pessoas e campos, oferece simpatias.
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Árvores nascendo. As queimadas agradecem
As sementeiras ressurgem, se engrandecem
Pelas barragens deixarem de estar tão vazias
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