Através das estrelas que na sua clareira
Interrogam quem as olha e não vê nada
Num devaneio de uma luz abençoada
Olha-se a chama que se solta na lareira
.
Através da chama que na lareira crepita
No soalheiro da aldeia de gente honrada
Parece gritar que não seja abandonada
Pois arde pelos sentimentos da desdita
.
Cantam-se as músicas na dança e quesito
Da felicidade das pessoas que se adoram
Onde as danças são poemas de esperança
.
Chamas altas como ninguém tinha visto
Lareira que as gentes da aldeia devoram
Por em cada pessoa existir uma criança

Sem dúvida que as lareiras principalmente nas aldeias onde por vezes ardem durante vários dias, são uma alegria para o povo, sendo que à noite se reúnem e divertem junto delas.
ResponderEliminarPoeticamente perfeito
Grande abraço
Mais um bonito poema, que me fez lembrar os temos de criança à lareira! Amei!
ResponderEliminarBeijinhos
O Poeta está de parabéns:))
ResponderEliminarBjos
Tempos idos
ResponderEliminarGostei de ler
Abraço
Kique
Hoje em Caminhos Percorridos - Psicopatas da Sociedade...
Um poema muito quentinho.
ResponderEliminarPoderoso e soberbo poema, inspirado no quotidiano das aldeias!
ResponderEliminarAdorei Ricardo...sempre poemas de elevada qualidade!
Um mega beijinho e continuação de excelentes inspirações
Um soneto encantador.
ResponderEliminarBom fim de semana
Um abraço
Maria
Divagar Sobre Tudo um Pouco
Gostei deste poema que nos lembra o céu estrelado e o quente das lareiras.
ResponderEliminarUma boa semana.
Um beijo.