quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Sorrisos sem tempo

Sorrindo olhares sem tempo
Gritos de almas fechadas
São becos de saídas orientadas
Paradas no pensamento
Alertas de sorrisos perdidos
Sonhos de olhos fechados
Ver de olhos vendados
Sentir calafrios de medo
Chorar em todos os sentidos
Caminhos trocados e vazios
Correr pelos campos, nadar em rios
Almas verdejantes
Ventos cortantes
Sentimentos em desalinho
Estrelas que mostram o caminho
Que orientam o rumo
De beijos molhados de sumo
Que nos dão alento
Para que as vozes amantes
Possam sorrir sem tempo

9 comentários:

  1. Lindo,mas lindo mesmo o teu poema!
    Daqueles q.gostaria de recitar.
    Parabéns.Sentimentos quase tímidos.
    Adorei.
    Beijo.
    isa.

    ResponderEliminar
  2. "De beijos molhados de sumo"
    prefiro molhados com um bom vinho lol
    brincadeira...

    está lindo, mas lindo mesmo....
    fica bem
    ..

    ResponderEliminar
  3. Quertido Águia Livre, voa sempre assim. no imaginario de um belo poema Amigo...
    Um grande abraço de carino e ernura,
    Fernandinha

    ResponderEliminar
  4. Fernandinha, sempre presente

    É linda esta senhora.
    .

    ResponderEliminar
  5. A esta hora, já qualquer alento me servia, quanto mais um desses!
    :)

    ResponderEliminar
  6. Sempre palavras sentidas por aqui. Mais uma vez, maravilhoso!

    ResponderEliminar