quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Quadras que escrevo - IX

Não sendo blague os meus sentimentos
Blandício o teu rosto de Infanta
Nem sofro de cacopatia dos momentos
Amo a tua graça que me encanta

Não me julgues pela simples sugestão
Olha como te afago a mente graciosa
Com o meu olhar que reflecte o coração
Numa entrega de amor preciosa

Se fiz algo que te inspirasse damaria
Perdoa como só tu sabes fazer
Não existe o ontem, existe o dia
E tu sabes como amo o teu ser

A vida a dois é como flor em jardim
Dança ao vento melodias sem cor
São exultação que gerem em mim
A vontade de te amar, meu amor

7 comentários:

  1. Bom dia

    que inspiração logo pela manhã!!!!!
    fica bem
    ..

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  2. Reservo,qdo posso, um bocadinho,para
    os meus novos AMIGOS.Gosto.Faz-me
    bem.:) Aprendo.
    Sabes,sempre "reguei"as plantas frágeis,mas belíssimas,tanto do AMOR,como da AMIZADE!
    Só assim,carinhosa e amoravelmente,
    se transmitem e conservam os AFECTOS.
    Feliz Voo.

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  3. Ke poema tão bonito ke mostra como é um grande amor
    bjs
    Paula

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  4. Mereces não um, mas muitos blandícios. E com este já lá vão cinco.
    :)))
    Que é damaria?
    *

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  5. Querido Águia Livre, adoro as tuas quadras, feitas poemas... Fantásticas...Um grande abraço de carinhop,
    Fernandinha

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  6. L

    damaria = melindre próprio de dama

    bjs.AL

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