terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Seguir o teu olhar
Olhar verdadeiro
Tentar adivinhar
O ponto final
Desse olhar matreiro

Olhar na distância
Duma verdade só tua
Fica a eterna infância
Em olhos de esperança
Duma realidade crua

Que eu sei que em vida bela
Eu não faço parte dela

3 comentários:

  1. Parece um poema dedicado à águia que está ali ao lado a bater interminavelmente as asas debaixo do brilho do sol.

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  2. L

    E não é uma águia bonita a merecer um poema?
    .

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