sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O mar em palavras não ditas

Deixa-me navegar
Atracar em teu “Porto”
Ser o caminho absorto
O teu vento, a tua aragem
Acompanha-me nessa viagem
Navegando
Os dois juntos pela margem
Namorando
Sem falar, conversando
Ser o teu guia
A luz do teu dia
O luar da tua noite
A água rebelde do mar
As ondas do teu caminhar
O perfume, o elixir
A razão do existir
A vontade de viver
A alegria do sentir
O sal, o reflexo
O sinal circunflexo
O pensamento
A vontade, o alento
Deixa-me navegar
Ser a vontade, a razão
E devagarinho chegar
Para sempre
Ao teu coração

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