sábado, 13 de dezembro de 2008

Eu e o Tempo

Viajo pelo tempo
Tempestades de areia
Embatem em meu rosto
Parecem beijos de sereia
Que me fustigam o alento
Sou o vento sem força
Mas sou o meu momento
Sou pé descalço na estrada
Sou vulgar passagem pela vida
Sei de tudo e não sei de nada
Sinto os ferimentos da passagem
Por caminhos sem fim
Longe de mim
Fica a meta almejada

2 comentários:

  1. Estou mesmo a ver que jogaste e perdeste. Mas o bom é estar a jogar. Por isso, recomeça.
    :)

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  2. L

    Não sei porquê, mas o certo é que perco sempre.
    É o meu destino

    (*_*)

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