A minha Lista de blogues

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Nadam pétalas sob águas em êxtase e esplendor

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Nadam pétalas sob águas em êxtase e esplendor
Correm devagar pelos caminhos de sábia viagem
Diluem-se pelos vales deixando frescura e amor
Dão vida às flores que renascem à sua passagem
Água de vida desce pelas frinchas dos rochedos
Caminham livremente como beijos esvoaçando
Vinda do além por anelos, carreiros sem medos
Como os beijos que do coração vão desfilando
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Quando uma lágrima é fruto da triste ansiedade
Como a água que corre da cascata em liberdade
Unem - se sensações numa emoção que cresceu
Recordam as pétalas que caem da rosa e partem
Por veredas do sentimento que na alma nascem
Deixando tristeza no sentir do pensamento teu
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terça-feira, 29 de março de 2016

Esvoaçam pensamentos sobre as folhas enrugadas

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Esvoaçam pensamentos sobre as folhas enrugadas
Lembram tempos antigos de uma vida que passou
Desatinos afligidos por conversas de tantos nadas
Coração endurecido por alguém que tanto se amou

Esvoaçam ideais por entre jardins nus, despidos
De um Outono que deixou estirpes endurecidas
Crescem folhas de Primavera eu caules omitidos
Na recordação do amor em promessas vencidas

Esvoaçam imaginários pelas serranias da saudade
Dor de coração d'uma relação seca por ansiedade
Viagem pelo além das noções fuscas da imensidão

Esvoaçam raízes de ternura pelos trigais e estrelas
Numa dança ritmada de papoilas dantes vermelhas
Hoje, secas e rugadas como rugado está meu coração
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sábado, 26 de março de 2016

PÁSCOA FELIZ


Desejo a todos os amigos/as, visitantes, comentadores/as, suas famílias e amigos uma ...
PÁSCOA MUITO FELIZ.
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sábado, 12 de março de 2016

Quando os sentidos guiam meu corpo ardente

( imagem da net)
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Quando os sentidos guiam meu corpo ardente
Pelas ruelas que o teu corpo me quer oferecer
Sinto em mim um desejo forte e consequente
Em caminhar em ti,  entregando-te o meu ser

Fixo meu olhar numa estrela da noite escura
Sorrio no sentimento do sonho em esplendor
Saboreio teu beijo repleto de mélica doçura
No sossego da fantasia, chamo-te: Meu amor

Sinto a cama vazia de esperança vil solidão
No resplendor do querer em sonho e ilusão
Surge a luz da palavra num desejo carente

Sobre os lençóis molhados do meu embaraço
Descansa a força intemporal do meu cansaço
Quando os sentidos guiam meu corpo ardente
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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Viajo através das vírgulas do pensamento

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Viajo através das vírgulas do pensamento
Onde não existem nenhuns pontos finais
Apenas frases que desnudam o sentimento
Esquecendo os trilhos doutros memoriais

Caminho por entre as veredas do coração
Onde se elaboram os alicerces da ventura
Se sentem os cruzamentos da imaginação
Trilhos de verdade em odes de amargura

Quando as preces são palavras sagradas
Nos desejos da ternura ardentes amadas
São olhares de amor e deslumbramento

Ficam saudades nos poemas terminados
Onde as palavras são textos consagrados
Viajo através das vírgulas do pensamento
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

No silêncio do teu olhar floresce o desejo

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No silêncio do teu olhar floresce o desejo
Emoções que fluem em afago e devaneio
Orla molhada, lábios expostos num beijo
Corpos colados, sentimentos de permeio

Olhares fixos trespassando o pensamento
Palavras caladas no resguardo da emoção
Fragrância que aroma o nosso sentimento
Fluxos de amor refrescam nosso coração

Viagem pelos elos de um afecto presente
Fogo em labareda que abrasa docemente
Todo o meu sentir quando te desejo beijar

Fleuma de emoções numa palavra ardente
Pura afeição, abrasando em desejo carente
De ti meu amor, basta-me esse doce olhar
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Viajo por áridas estradas da inconsciência

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Viajo por áridas estradas da inconsciência
Recordo as palavras iniciadas da censura
Sinto o gelo da intolerante impertinência
Que pelos caminhos solitários me tortura

Viajo na procura do rumo antes perdido
Dos desleixos da consistente severidade
Sentimentos em gotas de choro contido
Por a mentira substituir a pura verdade

Viajo sem rumo por caminhos sombrios
Carrego a solidão, nado em tristes rios
Na esperança que no além da exigência

Esteja a tolerância, a verdade, a exactidão
Que separe da escura claridade, a solidão 
Que nos obriga a viajar pela inconsciência
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Deixa que se unifiquem dois, num só coração

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Abraça-me. Quero sentir teu corpo no meu
Viajar entre as nuvens em caminho proibido
Por ti esquecer-me de quem sou, do ego meu
Fechar os olhos, sentir o teu amor prometido

Beija-me. Deixa em mim o calor do teu ser
Entrega-te, através do sonho em noite pura
Deixa-me dos teus lábios, teu carinho beber
Saciar minha sede com tuas gotas de ternura

Olha-me. Satisfaz a minha vontade de ser teu
Embriaga-me de amor. Aceita um beijo meu
Deixa-te viajar por entre estrelas de emoção

Não aceites os apeadeiros da tua inconsciência
Aceita num abraço o calor da minha apetência
Deixa que se unifiquem dois, num só coração
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Próspero Ano de 2016.

Para todos os amigos e amigas deste cantinho desejo um FELIZ E PRÓSPERO ANO DE ...


Estes votos são extensivos às vossas famílias e amigos.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Queria falar-te meu amor, tão docemente

( imagem da net )
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Queria falar-te meu amor, tão docemente
No silêncio da melodia ouvir teu coração
No mistério dos teus olhos, calor ardente
Encontrar meu caminho, minha direcção

Queria sentir tua calma em brasas de amor
Chama ardente. Veredas em curvas airosas
Vaguear pelas ventanias qual pétala de flor
Respirar de teu corpo, essências misteriosas

Queria em teu olhar caminhar na aventura
Ser água do mar que beija o areal, ternura
Tão límpida, tão suave, tão delicadamente

Ser mudo verso, melancolia do tormento
Merecer ser princípio do teu pensamento
Queria falar-te meu amor, tão docemente
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sábado, 19 de dezembro de 2015

Natal, um cepo aquecia, o “estorvo” da vida

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Abri a janela, vendo como o dia amanheceu
O sol envergonhado retorquiu ao meu sinal
No largo um cepo ardia, alguém o acendeu
Oferecendo-nos chamas como luz de Natal
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Perfume de amor em chama de luz recheada
Iluminava o largo em áurea de tanta fartura
Aquecia um pobre que de amor, tinha nada
Onde o triste frio no seu coração fez tortura
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Olhou a minha janela, sua mão me acenava
Uma luva rota, essa mão de amor,enfeitava
Ergueu o olhar caindo uma lágrima sentida
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Um cepo ardia, uma alma sentindo seu calor
Outra lágrima em mim rolou, triste desamor
Natal, um cepo aquecia, o “estorvo” da vida
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O Blogue pensamentos e devaneios águia-livre deseja a todos os visitantes, amigos, comentadores/as um Santo e Feliz Natal. Que a "Chama" do amor, qual "cepo" ardendo de luz e vida, aqueça o coração de todos vós, bem como, de todos os vossos familiares e amigos. 
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domingo, 13 de dezembro de 2015

Num ardente dormir um corpo aparecia

( imagem da net )
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Num ardente dormir um corpo aparecia
Silêncio em tuas palavras por transmitir
Suaves carícias no sonho que acontecia
Sendo tu a musa do meu erótico dormir

Sentia teus lábios minha pele, beijando
Sentidos tremores na ternura do desejo
Suores de carinho que estava sonhando
Na ausência do doce sabor do teu beijo

Acordei, reparando que estava sorrindo
Que o sonho não tinha sido pura ilusão
Apenas por constatar que até dormindo
Estás sempre presente em meu coração
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

És a luz na minha noite escura

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Passos solitários rompiam por entre a negrura
Da noite qual assistente do meu dorido olhar
Lavava no pensamento lembranças de ternura
Calada saudade onde só a noite me via chorar

Escorriam lágrimas sobre as pedras orvalhadas
Testemunhas do meu silêncio e triste tormento
Via que as estrelas me olhavam, desconfiadas
Sem saberem que eram luz do meu pensamento

Notei que uma, seu brilho sobre mim, deposita
Guiando os meus passos por entre noite escura
Dizendo-me com carinho que em mim, acredita
Secando-me as lágrimas com sua luz de ternura
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Caminhando sozinho por entre o Nevoeiro

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Perguntaste-me porque caminhava sozinho
Por entre as aberturas do cerrado nevoeiro
Disse-te que ia acompanhado pelo destino
E no pensamento teu nome como primeiro

Sorriste, dizendo não me conseguir entender
Quando fazia na solidão a minha caminhada
Nem minhas palavras poderias compreender
Se no silêncio partia sem nunca dizer nada

Fixei-te com meu olhar e em voz desiludida
Por teu amor existir apenas na minha ilusão
Disse-te que quando da minha triste partida
Te levava bem guardada dentro do coração
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domingo, 6 de dezembro de 2015

Ondas de amor regressavam e partiam

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Ondas de amor regressavam e partiam
Desapegadas. Ondeando serenamente
Lavavam almas de quem as recebiam
Velhos corações absortos a ser gente

Passeavam pela areia em vazios passos
Pensativos. Palavras surdas no sentido
No areal soltavam trilhos de compassos
Qual saudade de um coração esquecido

Marinheiros sós nos desalentos da vida
Idosos lembrando o momento da saída
Areais molhados por gotas que vertiam

Olhavam o mar, vincavam o semblante
Vagas desfilavam num jeito incessante
Ondas de amor regressavam e partiam
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