A minha Lista de blogues

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Meu grito apaixonado de amor...

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Da minha garganta sai o grito com teu nome
Que o vento leva nesta noite desamparada
Regressando até mim sem trazer tua voz
Deixando-me em desertos de solidão
Sem de ti receber uma palavra…nada

Diz o vento: Desaperta esse enfaixo
Que te asfixia a própria ilusão
Na procura de quem não responde
Que está entre as folhas da imaginação
Não tem alma, nem coração
Que ninguém sabe onde se esconde

Secam meu mar de lágrimas sem tempo
De um tempo em que meu brado, ecoa
Em pensamentos de sufocada dor
Noite sombria, ao som do vento, em procura
Infinito de um sonho em sorriso de pessoa
Mergulhado em abraços da ternura
É assim o meu grito apaixonado de amor
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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Mar bravio! Navios que navegam felizes...

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Mar bravio! Navios que navegam felizes
Sob o voo de gaivotas que enternecidas
Lembram árvores e suas robustas raízes
Que nem por ventos fortes são vencidas

Sobre ondas tombadas pela fé imaculada
Se cruzam aventuras de alento e tradição
Águas azuis trazem ilusão, outros nadas
Que fazem chorar tantos olhos de emoção

Olho a grandeza,prendido,mãos erguidas
Vendo o além, felícia de ondas atrevidas
Num alcance sem fim, de vasta imensidão

Olhares que guardo em meu cativado peito
Como águas do mar, vaidoso em seu jeito
Que fazem enternecer meu sofrido coração
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terça-feira, 29 de abril de 2014

Chegaste ... felicidade sem fim...

 ( Imagem da net )
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Sinto em mim esta força de ser
Este sentir, esta alegria infinita
Alegria de viver
De ver tanta luz, tanto azul do mar
Que jamais poderia supor
Ver-te tão feliz, chegar
Tão alegre, tão bonita
Que de dias sem vida, sem cor
Viria surgir aromática flor
Que preenchesse este meu vazio
De alegria resplandecente
Amor que chega de repente
Enchendo minha vida, assim
Como alegre é a água de um rio
Comovente o teu abraço
Sentido, de verdade
Apertado, longo, sem cansaço
Lágrimas de amor, de saudade
Caindo sobre mim
Debruçado em teu regaço
Numa felicidade sem fim.

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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Triste o meu caminhar...

( Imagem da net )
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Sinto-me triste, indiferente, sozinho
Como vento que sopra sábia frescura
Nem sei porque ando neste caminho
Cheio de tristeza e chorosa amargura

Caminho errante que aflora a meu ser
Mar de água que tortura o meu olhar
Pensamentos inúteis fazem acontecer
Os delírios que sinto no meu caminhar

Fatalidade emerge ao meu peito sofrido
Em dor aguda, sincera em sua nostalgia
Só porque caminho idealizando contigo

Os passos que daria sob a luz do luar
Se teu abraço fosse esse desejo amigo
Que me desse forças para só, caminhar
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sábado, 26 de abril de 2014

Amor não se mede ... sente-se algo profundo

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Amor não se mede, sente-se algo profundo
Na alma generosa, dedicação abençoada
Abre as portas do nosso sonhado mundo
Por onde entra a luz do teu olhar, alvorada

Amor não se expõe, nasce em pureza divina
Entre um olhar, um minuto, hora, segundo
Pensamentos desenhados na alma cristalina
Que geram esta paixão de que me inundo

Amor é emoção, que nasce em nós, acontece
Que nos guia, orienta, torna límpido e forte
Qual sol de vida que nosso coração, aquece

Amor é união, companhia, insigne dedicação
Que nos agarra a vida, acalma outro desnorte
É sorriso, tristeza, e até lágrimas no coração
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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Sem teu amor ... não consigo viver.

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Tarde de sol…se tu me viesses ver
Tiravas de mim inseguro cansaço
E o meu amor podias conhecer
Sentindo meu coração num abraço

A noite longa se aproxima de mim
Gerando em meu ser, melancolia
Braços caídos, isolados sem fim
Esperando a luz que clareie o dia

Lembro teu beijo e o sabor que tinha
O teu olhar, o som dos teus passos
Que se sentiam por felicidade minha
Em meu peito justo em teus braços

Solidão que mata o ventre do pensar
Isolando o amor que tarda em morrer
Vem, vem dar-me um simples abraço
Sem teu amor … não consigo viver
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Recordo o 25 de Abril ... Chorando.

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Saltei, chorei, vivi
Tiros não ouvi
Tinha acabado a guerra
De armas além-mar
Num País explorado
Cansado, maltratado
Um povo estropiado
Pelo estado-maior
Os comilões da fruta
Tubarões sem bravura
De um Povo silenciado
Amarrado pela cintura
Pelos vampiros do estado

Saltei, chorei, vivi
Corri com pés calçados
Por atalhos, veredas, caminhos
Colhi cravos encarnados
Rosas  sem espinhos
Olhando os céus de glória
Os pés envoltos em beleza
Correndo, sorrindo, cantando
Por um País livre
Na união da vitória
Sem um povo debruçado
Nas janelas da afoiteza
Dando beija-mão
Por um simples rebuçado
Sua única firmeza

Saltei, chorei, vivi
Pela liberdade do meu País
Onde o pobre comia a raiz
Da árvore que dava o fruto
Que enchia a boca do patrão
Endinheirado, dinheiro roubado
Ao suor do coitado
Onde havia uma certeza
O trabalho mal pago
Trabalhador, enxovalhado
Pelo vilão, algemado
Vendo o filho chorar
Por um pouco de pão
Que o rico deitava para o chão
Como quem alimentava gado

Saltei, chorei, vivi
Num momento de alegria
Passei a noite, ouvindo telefonia
Nos meus 18 anos de vida
Sonhadora, arrefecida
Pelos canhões do fascismo
Onde o dinheiro era contado,
Pelo sorriso do cinismo
Colocado, descontado
Na mão do pobre doente
Que nem sequer podia ser gente
Neste País até então, malvado
Tantas palavras, ilusões
Alegrias nos corações
Que hoje já vão passando
E desse Abril já tão distante
Me recordo a cada instante
CHORANDO
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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Serenamente ... adormecer

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O sonho me ofertou sorrisos constantes
Onde o teu olhar eram palavras puras
Sem mancha, aromáticas, ternuras
Amor perfeito no meu existir
Qual poema em rimas cruzadas
Onde as estrelas presentes
Eram vírgulas em pontos finais
Versos e quadras apaixonadas
No silêncio do teu respirar
Do teu sentimento, do teu ser
Imortalizando em meu coração
Palavras de amor, sufocadas
Que nunca te consegui dizer
Serão a luz da minha paixão
Quando pensando em ti
Serenamente … adormecer
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

O meu caminho ... o teu perfume.

( Imagem da net )
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Existe perfume neste meu gostar de ti
Vaguear pelo campo, papoilas em flor
Vejo-te tão longe, neste meu estar aqui
Estás tão perto, em teus beijos de amor

Existe um trilho dentro do meu coração
Numa encruzilhada de linhas e sentido
Linhas orientadoras na melhor direcção
Que não deixam o amor ficar esquecido

Em silêncio percorro os campos floridos
Sorrisos sadios por quimeras, aquecidos
Enquanto debulho as pétalas de uma flor

Em cada passo encontro a tua imagem
Em flores lindas que à minha passagem
Felizes perguntam: Serei eu o teu amor?
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terça-feira, 22 de abril de 2014

Procurei, andei pela noite, cansado

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Procurei, andei pela noite, cansado
De tanto procurar em becos vazios
Sonho esquecido em amor falhado
Entre névoas, chuvas e dias frios

Tanto aprendi e do saber, nada sei
Como encontrar o teu puro sorrir
Meus sonhos de amor, embriaguei
Na triste verdade de te ver partir

São meus suplícios dores malfadadas
Minhas palavras abatidas e enrugadas
Vozes que por entre silabas, rasgaram

Minha emoção de sonhos, embriagada
Que de ti tudo desejou e não teve nada
Luz e amor que foram e não voltaram
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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Papoilas Vermelhas em campos de amor...

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Papoilas vermelhas em campo de amor
Plantas de paz florescem finas, sadias
Beijos dados no silêncio do beija-flor
Procurando em suas pétalas mais-valias

São flores campestres, ricas, perfumadas
Que prendem o coração do pensamento
Aos sonhos, caricias de amor, destinadas
Dançam nos campos melodias ao vento

Campos florescidos, papoilas seu adereço
Paz e felicidade, transmitidas de apreço
Germinam em amor, harmonia, comunhão

Tão frágeis em dança de amor e vivência
Unem-se vermelhas, afectos na existência
Encantadoras no bailado e paz de gestação
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sábado, 19 de abril de 2014

Tenham uma Páscoa muito feliz...

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Sobravam os abraços e carinhos
Em afeição no tempo sem tempo
Soavam os delírios em beijinhos
Fazendo de vós meu pensamento

Sendo por ventura o meu desejo
Nas palavras que meu coração diz
Por isso com um abraço e um beijo
Vos desejo uma Páscoa muito feliz
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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Versos de amor não lidos...

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Quero ler-te belos versos de pureza
Que a minha boca te quer ofertar
Esculpidos em pedra de rara beleza
Redigidos por mim para te brindar

Têm rimas em palavras que encontrei
Perdidas entre carinhos ténues a arder
Queria dizer-te esses versos e não sei
O ensejo certo, meu amor, de os dizer

Bondosa luz que clareja tua face linda
Amor, esses versos, não os direi ainda
Pois minha boca encontra-se fechada

Rimam de desejo os versos que te faço
Na força cristalina de um forte abraço
Velo os versos escritos na madrugada
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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Quando chegaste, silêncio, escuridão.

( Imagem da net )
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Quando chegaste, silêncio, escuridão
De vozes, imperava mágico sossego
Não ouvi tua voz em voz de paixão
E do meu sonho ecoou voz de medo

Chegaste na meia-luz, milagre, enfim
Senti o afago de tuas mãos despidas
Do afecto que já não sentias por mim
Nas caricias de amor, antes sentidas

Brancos pensamentos, ocos, desertos
Em que te esperavam, braços abertos
Olhos molhados, por lágrimas de dor

Corpo frio em desertar de sentimento
Que se afastava de mim, por tormento
Na escuridão do silêncio do teu amor
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terça-feira, 15 de abril de 2014

Sentei-me sobre o areal ...

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Sentei-me sobre o areal
Esperando as palavras do mar
Trocámos ideias
Rimos, chorámos, cantámos
Canções de embalar
Versos soltos, sem rima
Falou-me de ansiedades,
Tormentos, saudades
Do seu vai e vem sem fim
Na procura de um destino
Se calhar inserto em mim
Senti sua beleza, frescura
Afagos de amor, ternura
Indiferença, solidão
O chegar das suas águas
Onduladas, serenas, imensidão
Cumplicidade, reflexão
Sorrisos, porventura
Da gaivota que voava
E que me olhava
Talvez sem perceber
Até parecia querer dizer-(me):
Que fazes aí, Criatura?.
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