Deixa correr os teus sentimentos
Pelos caminhos da infinidade
E verás que existem momentos
Que te enchem de felicidade
Deixa que a água te pacifique
E aprende a suspirar
Pois não à nada que justifique
Que o teu coração fique
Tanto tempo sem amar
A minha Lista de blogues
domingo, 7 de dezembro de 2008
"Vejo" que estás ...
Correm as águas livremente
Pelo rio sem condutor
Nas orlas, alva escuma
Que dança sob música nenhuma
Amparada por fresca aragem
Formam bolhas, auréolas de flor
São beijos meus, de amor
Por te "ver" sentada na margem
Reflectida na branca espuma
Pelo rio sem condutor
Nas orlas, alva escuma
Que dança sob música nenhuma
Amparada por fresca aragem
Formam bolhas, auréolas de flor
São beijos meus, de amor
Por te "ver" sentada na margem
Reflectida na branca espuma
sábado, 6 de dezembro de 2008
Sentimentos receosos
São indeléveis segredos
Os meus medos
São nefastos receios
Os meus anseios
São fatídicos; irreais
Os momentos
Em que te amo demais
Os meus medos
São nefastos receios
Os meus anseios
São fatídicos; irreais
Os momentos
Em que te amo demais
Ser ...
Nós somos gente.
Abrimos um livro
Somos conscientes e inconscientes
Temos o dom de saber sentir
Saber mentir
Sabemos ter paixões
Que arrebatam corações
Por coisa nenhuma
Ilusões de água em espuma
Mas ao sorrir
Somos gente na fortuna
Abrimos um livro
Somos conscientes e inconscientes
Temos o dom de saber sentir
Saber mentir
Sabemos ter paixões
Que arrebatam corações
Por coisa nenhuma
Ilusões de água em espuma
Mas ao sorrir
Somos gente na fortuna
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Não sei ...
Não sei se sou a voz ou a palavra
Se sou uma pedra latejante na penumbra
Se sou o vazio que cresce na imensidão da noite
No escuro da sabedoria
Se sou o silêncio que arde em chamas de vida
Se sou o alerta que ruge e provoca o esquecimento
Se sou o adverso da luz do dia
Que me dilata a fantasia
Que me traz a palavra em desfeita heresia
Se sou sombra de um delírio em movimento
Se sou o grito que trespassa a nudez do luar
Se sou tudo e não sou nada
Mas nesta avidez de pensamento
Deixa-me pensar se sou a palavra
Se sou uma pedra latejante na penumbra
Se sou o vazio que cresce na imensidão da noite
No escuro da sabedoria
Se sou o silêncio que arde em chamas de vida
Se sou o alerta que ruge e provoca o esquecimento
Se sou o adverso da luz do dia
Que me dilata a fantasia
Que me traz a palavra em desfeita heresia
Se sou sombra de um delírio em movimento
Se sou o grito que trespassa a nudez do luar
Se sou tudo e não sou nada
Mas nesta avidez de pensamento
Deixa-me pensar se sou a palavra
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Ser aquilo que sou. Tudo e ... Ninguém.
Sou uma partícula do nada
Sou viagem em água de solfejo
Musica saída de rochas sombrias
Sou pensamento vadio
Sou vento que sopra ao sabor de um beijo
Sou um rio
De águas correntes de sátiras que não ouço
Vagas de espuma em margem apaixonada
Sou ventura de algas que se consomem
Sou uma partícula do nada
Só porque ... sou HOMEM
Sou viagem em água de solfejo
Musica saída de rochas sombrias
Sou pensamento vadio
Sou vento que sopra ao sabor de um beijo
Sou um rio
De águas correntes de sátiras que não ouço
Vagas de espuma em margem apaixonada
Sou ventura de algas que se consomem
Sou uma partícula do nada
Só porque ... sou HOMEM
Ser Mãe
Teu filho teu encanto
Tua vida teu sofrer
Teu sorrir teu pensar
Tua razão de existir
Filho que deste ao mundo
Que lhe tens amor profundo
Com ele te aborreces
Com ele te alegras
Ficas vencida por um sorriso
Por uma meiguice um olhar
Olhar puro sem maldade
Fazendo crescer em ti a vontade
De o apertares de o sentires
Colado ao peito
Quando lhe pegas com jeito
Com amor
Sentes que ele é o teu ser
Lhe deste vida lhe dás calor
Tua vida teu sofrer
Tua vida teu encanto
Tua razão de viver
Porque és
MÃE
Tua vida teu sofrer
Teu sorrir teu pensar
Tua razão de existir
Filho que deste ao mundo
Que lhe tens amor profundo
Com ele te aborreces
Com ele te alegras
Ficas vencida por um sorriso
Por uma meiguice um olhar
Olhar puro sem maldade
Fazendo crescer em ti a vontade
De o apertares de o sentires
Colado ao peito
Quando lhe pegas com jeito
Com amor
Sentes que ele é o teu ser
Lhe deste vida lhe dás calor
Tua vida teu sofrer
Tua vida teu encanto
Tua razão de viver
Porque és
MÃE
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Sempre ... TU
São os olhares da tua alma
Que prendem o meu ser
E devoram o meu sentimento
São os vicios do teu corpo
Que me tornam dependente
De seres tu o meu momento
Que prendem o meu ser
E devoram o meu sentimento
São os vicios do teu corpo
Que me tornam dependente
De seres tu o meu momento
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Sempre O MAR
O Mar, alegria em movimento
A serenidade, o conforto
O sofrimento
A agitação, a confiança, a fúria
O verso, feito reverso do sonho
O pensamento flutuante
O prazer emocionante
O medo, a fantasia
A Paz intensa
A presença
Da noite, feito dia.
A serenidade, o conforto
O sofrimento
A agitação, a confiança, a fúria
O verso, feito reverso do sonho
O pensamento flutuante
O prazer emocionante
O medo, a fantasia
A Paz intensa
A presença
Da noite, feito dia.

Se a tua alma eu pudesse ver
E nela conseguisse entrar
Talvez viesse a saber
Que dentro do teu ser
Existe algo que não te deixa amar
A tua alma guia o teu caminho
Onde a sombra te entristece
Não te deixa ter carinho
Engasta esse teu ar meiguinho
E a tua pele, envelhece
Liberta-te para crescer
Acredita na tua alma ditosa
Não deixes desaparecer
Esses olhos lindos de morrer
Que mostram seres maravilhosa
Deixa ver esse teu passo seguro
Já sem medo de caminhar
Acredita que existe futuro
E mesmo que para ti seja duro
Deixa-me os teus olhos olhar
E nela conseguisse entrar
Talvez viesse a saber
Que dentro do teu ser
Existe algo que não te deixa amar
A tua alma guia o teu caminho
Onde a sombra te entristece
Não te deixa ter carinho
Engasta esse teu ar meiguinho
E a tua pele, envelhece
Liberta-te para crescer
Acredita na tua alma ditosa
Não deixes desaparecer
Esses olhos lindos de morrer
Que mostram seres maravilhosa
Deixa ver esse teu passo seguro
Já sem medo de caminhar
Acredita que existe futuro
E mesmo que para ti seja duro
Deixa-me os teus olhos olhar
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
I BELIEVE I CAN FLY
Ouvir e deixar-se levar pela imaginação, pelo momento, vagueando pela natureza. Adoro esta música.
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