Ouço a voz do teu silêncio infindo
Que me corrói todo o meu ser
Chama que na alma estou sentindo
Que me deixa o coração a arder
Chama que queima os sentidos da vida
Como brasas de um silêncio aterrador
Deixando em mim tortura em ferida
Saudade do que foi nosso jurado amor
Tudo esquece na amargura da fonte
Quando sozinho se olha o horizonte
E se pensa na força
do singelo além
Sofre-se o acabar dos
sentimentos
O queimar os próprios pensamentos
Daquele amor que já se não tem
.
.

gosto!
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