domingo, 7 de dezembro de 2008

"Vejo" que estás ...

Correm as águas livremente
Pelo rio sem condutor
Nas orlas, alva escuma
Que dança sob música nenhuma
Amparada por fresca aragem
Formam bolhas, auréolas de flor
São beijos meus, de amor
Por te "ver" sentada na margem
Reflectida na branca espuma

2 comentários:

  1. Tirando aquele "de amor" que eu escreveria "meu amor", eu nunca escreveria igual e, muito menos, melhor!
    :)

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