A minha Lista de blogues

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Mora teu coração dentro do meu peito

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São alvas as luzes que te clareiam
Sentimentos em viagem no delírio
São estrelas que no céu vagueiam
Tirando da alma dores de martírio

São alvas as preces que te acanham
A mente em salgadas cálidas águas
Gotas de amor teus olhos banham
Molhando quentes e finas fráguas

São alvas flores em campos de rogo
Chamas ardentes abrasam como fogo
Labaredas na afinidade e preconceito

São alvas as palavras em delicada flor
Como uma pérola que brilha em amor
Mora teu coração dentro do meu peito
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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Gostaria de te escrever um poema de amor

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Gostaria de te escrever um poema de amor
Com palavras brancas como o voo da pomba
Que expressassem o amor que sinto por ti
Gostaria de escrever trovas, versos, quadras
Que te dissessem como é singela uma flor
Como é perfumado o caminho que percorres
Palavras simples, como é o amor que sinto
Robusto, avassalador, dentro de mim
Gostaria de escrever que és a luz que me guia
Que viver sem ti é um pesadelo, um tormento
Uma vida cinzenta num escuro horizonte
Gostaria de escrever que és o bálsamo
 A minha paixão, meu viver, meu sorriso
Contigo resido na terra, mas vivo no Paraíso
Que és a minha calma, o meu esplendor
A minha estrela, o arco-íris, o azul do céu
Penso num poema em rima, em verso
Escrever o momento, o amor, o sentido
Neste viver agitado, és o verso inspirador 
Quando em silêncio, confesso comovido
Gostaria de te escrever um poema de amor
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Todas as estrelas do céu cintilantes

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Noite quente de um ano qualquer
O convite, a praia, a frescura
Caminhando pelo areal, ao luar
Teu corpo, feita donzela, mulher
Ondas chegando, elos de ternura
Teus lábios que eu queria beijar

O luar, sobre as águas resplandecia
O areal, caminho suave, claridade
A gaivota, que passava, não se ouvia
Já noite, sedução, cumplicidade
Num beijo cheio de amor, no calor
Junção de corpos, e o amor acontecia

O cansaço, embaraço, do momento
A força do pensamento, o sentimento
Que testemunhou o quente areal
Todas as estrelas do céu cintilantes
Mostraram que dois seres, delirantes
Se amaram de paixão à luz do luar
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Caia a noite, soprava o vento pelas frestas do silêncio

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Caia a noite, soprava o vento pelas frestas do silêncio
Triste, melancólico, lento, numa curiosidade sem fim
Ouvia-se o estremecer da luz das estrelas nos umbrais
Vagas de reflexões irrompiam como versos ancestrais
No ermo adormecer perfumado por pétalas de alecrim

Bulícios de água batiam como alguém bate na retirada
Anúncios de voz em destroços dos silêncios dissipados
Solidão desacomodada em partículas de esmero e nada
Páginas escritas pela sonoridade da suave madrugada
Finas lágrimas de amor caiam em olhos assaz cansados

Luz vadia no bocejo audaz de um dorido pensamento
Lençóis enrugados num corpo suado, amor sonhando
Carências do sentimento florescidos por alva ternura
Ouvem o vento que passa indiferente à deusa aventura
Qual delírio de vento de quem sonha e acorda amando
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Sim, Eu queria Dizer-te

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Sim, eu queria dizer-te
Que és água que me refresca
O calor que me aquece
A luz que me ilumina
A flor que me perfuma
O mar onde me banho
A pureza do pensamento
Sim, eu queria dizer-te
Que és a Paz, a alegria
A ternura, a suavidade
O sol do meu dia
A minha verdade, o meu existir
Sim, eu queria dizer-te
Que o teu sorriso é meu encanto
O teu olhar o meu manto
Teu cabelo o brilho da estrela
O teu corpo a moldura
O amor, a sedução, a ternura
Sim eu queria dizer-te
Que o ontem já passou
Hoje aqui estou
No amanhã existirá amanhecer
A força, a razão de viver
Onde eu consiga conhecer-te
Para olhos nos olhos
Poder admirar-te
Sem reservas, amar-te
Sim, eu queria dizer-te
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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Voam as aves sobre odoradas flores

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Voam as aves sobre odoradas flores
 Esvoaçam pelos vales em suavidade
Cantam odes, esquecem suas dores
Em doce coração de amor e verdade

Voam as aves sobres os versos da vida
Soltam seu cantar em nobre sintonia
Carícias numa formosura esquecida
Liberdade da natureza e pura magia

Fosse o meu olhar o vento que vos guia
Pelos acordes e notas da suave melodia
Qual esvoaçar campesino dos condores

O sorriso seria o afago que docemente
Mostraria o caminho da ave carente
Voam as aves sobre odoradas flores
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Ouvem-se os sons das águas de amor

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Ouvem-se os sons das águas de amor
Campos de bálsamo em desejo errante
Olhos de choro na pétala de uma flor
Ocaso de letargia em escuro constante

Ouvem-se os ruídos de seres exigentes
Vento que passa em ruelas e caminhos
Amores solitários de amizade carentes
Anseios e ditos se cruzam em espinhos

Margens de sonho em limite de desejo
Caricias disfarçadas num húmido beijo
Viajam na ideação daquilo que sobrou

Lágrimas revoltas afluem dentro do ser
Palavras escondidas que ficam por dizer
Dentro do sonho de quem um dia sonhou
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

És o sol que ilumina o meu caminhar

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És o sol que ilumina o meu caminhar
A água que esfria o meu pensamento
Luz de estrela que invade meu sonhar
Perfume que aroma o meu sentimento

Qual magnólia, flor silvestre que amo
Solenidade que afeiçoa minha atitude
Flor de vida, brado de amor que clamo
Sorriso em mim, pétala minha virtude

Manhã colorida, brisa que não esquece
Frescura do olhar que me enlouquece
Rosácea em pureza, suavidade e paixão

Alvorada que robustece ilustre alegria
Arco-íris de luz que ilumina lírico dia
Grito de amor dentro do meu coração
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Caminho de encontro ao sonho apenso

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Caminho de encontro ao sonho apenso
Por vagas de amor honrado e sentido
Murmúrios de ecos do além acrescido
Nas névoas fechadas do meu silêncio

Gotas de neblina são vestígios em mim
Odes caladas pelos delírios da história
Que vagueiam pelas raízes da memória
Buscadas em caminhos áridos sem fim

Ecos da ego em meu intimo sepultados
Calados nos devaneios dos meus temas
São pedacinhos de vida, dores amenas
Nuvens de água em olhos lagrimados

Nesse sossego onde conforto vasculho
Poderei restaurar os pedaços de amor
Onde no silêncio possa curar fina dor
Que rasga meu peito e neles mergulho
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Quando por amor, em meu corpo, flutuas

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Sendo teu o pensamento, doce carinho
No capricho que despertam os desejos
Digo-te em silêncio, suave e baixinho
São volúpia e prazer teus doces beijos

Lençóis de seda, sedução, delícia pura
Corpos suados envolvidos no momento
Ecos de beijos, no silêncio da ternura
Escoltam os delírios dos pensamentos

Palavras ciciadas ao ouvido, por dizer
Frases loucas nos embaraços do prazer
Acariciam a suavidade de palavras tuas

Brilho de vida solfeja no sossego vivido
Gemidos de prazer em beijo humedecido
Quando por amor, em meu corpo, flutuas
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Caem dos céus gélidas águas em pranto

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Caem dos céus gélidas águas em pranto
Gerando friamente fulgores e cansaços
Fazem lembrar doces lírios,nobre manto
Lençóis de luz, desejos dos teus abraços

Olho as nuvens que caminham em delírio
Deixando cair suores e pedras delicadas
Causando arrepios entre outros martírios
Partículas de amor, entre chuvas e nadas

Arco-iris de luz, trespassa o céu chuvoso
Parecendo iluminar um coração doloroso
Que caminha ao sabor de afectivo desejo

Alma húmida em pingos de nuvem escura
Correm pelo meu rosto em ávida procura
Desejando de ti apenas um simples beijo
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Olhando para trás vejo o silêncio sem cor

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Olhando para trás vejo o silêncio sem cor
Nuvens viajando indiferentes ao perigo
Águas que ondulam, odoradas em amor
Ventos serenos num devaneio esquecido

Olhares de afecto me chamam sorrindo
Quando por amor impaciente caminho
Dizer que te olvidei, estarei mentindo
Nunca esquecerei teus beijos de carinho

Sou brisa que caminha, simples humano
Sorrindo silenciando meu vazio engano
Que torna oco meu pensamento de amor

No sossego do caminhar, o além olhando
Dos teus lábios, doces beijos, lembrando
Olhando para trás vejo o silêncio sem cor
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domingo, 11 de janeiro de 2015

Suave o pôr-do-sol em nosso abraço

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Suave o pôr-do-sol em nosso abraço
Como janela aberta em teu coração
Que tira de nós tristezas e cansaço
Fechando-se o amor em uma só mão

Esquecer triste estiagem,tempestade
Vigílias de tormentos ultrapassados
Enxugam-se lágrimas da ansiedade
Aquecendo a alma de frios passados

Impiedosos são os períodos sem fim
Onde os odores da roseira e jasmim
Se perdem e se afastam para depois

Numa palavra se erguem sentimentos
Fazendo do abraço, líricos momentos
Sendo o pôr-do-sol o amor de nós dois
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Seca as lágrimas que perturbam o teu olhar

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Seca as lágrimas que perturbam o teu olhar
Acredita na luz que te aquece ao amanhecer
Afasta de ti essa negrura que te faz chorar
As estrelas dizem que não têm razão de ser

Olha como as águas frescas frisam em amor
Se afastam da areia depois da sua chegada
Trazem e levam mensagens de frio e calor
Esquecendo-se que deixam a areia molhada

Essas lágrimas serão ondas de mar salgado
Que te secam a alma de um amor desejado
Gerando o egresso entre a luz e a escuridão

Se secando essas lágrimas a luz te iluminar
Nesse amor que por ternura queres abraçar
Seca-as com o afeto e amor do meu coração
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Amo-te em alto pensamento, amor profundo

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Amo-te em alto pensamento, amor profundo
Perfume flor de alma em núfares de frescura
Êxtase dos meus olhos, alongados no mundo
Onde abalroam os teus, em beijos de loucura

Amo-te nos sonhos em noites de tempestade
Em que cada momento é apenas um segundo
Fazendo da minha noite, alvura em claridade
Sorrindo deste cálido amor de que me inundo

Amo-te no delírio, qual lágrimas de solidão
Que alagam de afecto meu inquieto coração
Tornando a minha vida mais cândida e forte

Em que cada ósculo em tua boca adocicada
Me transportam nesta vida tão apaixonada
Que farão amar-te ainda mais após a morte
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