A minha Lista de blogues

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

vagueavam sonhos por entre selva ardente ...

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Vagueavam sonhos por entre selva ardente
Em desejo desamparado de prazer e ardor
Folhas caindo sobre o pensamento carente
Numa floresta de carinho e dádiva de amor

Canteiros que ardem em flores embaciadas
Nevoeiro que aflora na robustez da alma
Olhares ousados no calor de forças negadas
Pelo extasio do sentimento que nos acalma

Calor de fogo que arde nas entranhas do ser
Que faz do pensamento a intrepidez do saber
Até onde o caminho é força do forte resistir

Numa “estrada” em lume qual selva em flor
Onde as variações são fruto de árduo fulgor
Fazendo da cumplicidade a razão do existir
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

coração repleto de amor e tanto nada.

(Imagem de net )
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São teus olhos espelho de alma iluminada
Como rosas que se amam em seiva de amor
Expondo o choro d`uma alma apaixonada
Entre sorrisos de chuva refrescante de dor

São teus lábios fontes de água fina e pura
Correntes de energia na áurea da tua vida
Fontes de saudade brotando tanta ternura
Em sentimentos de sonho e luz esquecida

São teus sonhos peças que germinam amor
Rosadas em carinho nas tuas faces de flor
Puridade de luz em escura noite estrelada

Gerando em quem te ama a palavra saudade
Reflexões mudas que criam dor e ansiedade
Num coração repleto de amor e tanto nada
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domingo, 31 de agosto de 2014

Coração ... reflectido na água do meu solitário caminho ...

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Caminho sobre o areal em vida de esperança
Transporto no pensamento a palavra saudade
Sorrio das ondas qual musical em fina dança
Que me acalmam como pérolas de santidade

Soltam-se em mim apetências e sentimentos
Por saudade dos teus abraços e doce olhar
Sinto nos meus passos carícias e tormentos
E nesses tormentos afagos do tanto te amar

Face molhada por salpicos da divindade água
Recordam-me como sinto nostalgia e mágoa
Ao caminhar pelo areal sem dilecto destino

Fazendo do silêncio, sorriso de amor e ilusão
Deixando sobre o mar sinais do meu coração
Reflectidos na água do meu solitário caminho
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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Rimas ou versos de amor...

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 Gostava de escrever algo de primoroso para ti
Onde te mostrasse as ondas do meu pensamento
Um poema que dissesse o que tenho retido aqui
E sentisses no peito a força do meu sentimento

Não precisava ser em rima ou versos de amor
Bastava que o teu coração sentisse bater o meu
Que tu te sentisses como a mais bela e doce flor
Num poema em palavras deste amor que é teu

Seriam palavras entrançadas em polidez e calma
Quentes na frescura que te satisfizessem a alma
Mostrando nas rimas que este amor não é ilusão

Em palavras fáceis mostrar-te a força do saber
Sorrindo nas lágrimas que choro por não te ter
Em perfumados versos que enchem meu coração
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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Pólen de pura flor...

( Imagem da net...)
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Amo-te no infinito, sem tempo
No tempo que gere minha vida
Amor desumano, qual tormento
Robusto querer, vontade sentida

Amo-te na essência da loucura
Paixão delida em fantasia e amor
Fina dedicação em doce ternura
Afecto em mim, pólen de pura flor

Amo-te mélico amor, insuspeitado
Vivido na incerteza da emoção
Que num gesto tímido e calado
Te oferece o amor do meu coração
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domingo, 24 de agosto de 2014

Olhei as estrelas em noite escura

( Imagem da net )
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Olhei as estrelas em noite escura
Li poesia no vento que passava
Senti no rosto a tua frescura
Num poema que me iluminava

Vi sorrisos numa estrela distante
Que iluminava o céu de luz e cor
Era de todas a mais brilhante
Clareava o meu coração de amor

Deixei-me embalar pela doce poesia
E a noite escura deu lugar ao dia
E dessa estrela recebi fina alvura

Sentindo os sonhos em mim vibrar
Desejando a tua luz tão invulgar
Olhei as estrelas em noite escura
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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Saberá teu coração o quanto sofre o meu

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Saberá teu coração o quanto sofre o meu
Nas noites de insónia de vivência isolada
Em que estrelas trazem gosto do beijo teu
E a luz de teus olhos de paixão imaculada

Saberão teus olhos o sofrimento dos meus
Quantas lágrimas brotam do meu coração
Com saudades dos açucarados beijos teus
Que deixaram em mim tanto amor e ilusão

Saberão os teus anseios o quanto te desejo
O gosto nunca esquecido do primeiro beijo
Trocado entre promessas na margem do rio

Saberá o teu silêncio quanto dói este amor
Que clama por ti como beijo de beija-flor
Que pela tua ausência gela de quente frio
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Sinto no peito palavras esquecidas...

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Sinto no peito palavras esquecidas
Odes de amor ditas pelo teu olhar
Ternuras por desejo, foram vividas
No silêncio do eco de nosso sonhar

Sinto na alma prantos do teu sorrir
Verdades de amor em tons secretos
Lembranças que deixámos partir
Omitidos na curva de nossos afectos

Abraço dado na fortaleza do teu ser
Fraqueza de vida que fez esquecer
Tantas alegrias, delírios de emoção

Força de um amor ardendo em chama
Sensações que queimam a dor da alma
E fazem lacrimar meu dorido coração
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sábado, 9 de agosto de 2014

Foi por ti ...

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Foi por ti
Que deambulei pelo desnorte
Entre os espaços dos pingos de chuva
Que caia sobre o meu peito
Percorri monte, vales agrestes
Toquei nos flocos do nevoeiro
Apenas por ti

Foi por ti
Que seleccionei as rimas
Em palavras perfumadas pelo teu olhar
Quando saltavam das minhas mãos
Em direcção ao teu coração
Que silencioso dizia
Suspirar por mim

Foi por ti
Que corri pelas montanhas
Enfrentei ventos agrestes 
Que acariciavam meu rosto
Em caricias de flores campestres
Que me perdi por entre as neblinas
No barulho da solidão
Foi apenas por te amar
Te querer e desejar
Foi apenas… por ti
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

No olhar solitário da tua passagem

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Olhei para ti, meus olhos sorriram
Percebi que algo acontecia, não liguei
Era o princípio de um desejo infinito
Trocadilhos em versos que partiram
Nas palavras esquecidas do astro-rei

Estando só, na vertente do pensamento
Imaginando nós dois de coração unido
Não, não me digas que ando distraído
Num amor que sabemos proibido
Mas que faz parte do nosso alento

Que importa, se o sol não nasce pela manhã
Se o nevoeiro acompanha as agruras
Se os nossos gostos de tocam e entendem
Se por vezes não se compreendem
Nas palavras e nossas loucuras

Sinto o teu perfume que me encanta
Nas manhãs de chuva que cai lá fora
Em momentos de maior solidão
No meu olhar quando me debruço
No vão da janela, como estou agora
Chuva em lágrimas, em sons de soluço
Grito lascivo deste pobre coração

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terça-feira, 29 de julho de 2014

Nossa cama, de ti, vazia

( Imagem da net )
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A noite cai iluminando o nosso quarto
Onde existem pensamentos e desejos
Dormes sobre brancos lençóis de amor
Saciada pela doçura dos meus beijos
Sinto teu corpo de paixão, estremecer
Na loucura das palavras em esplendor

Tento disfarçar esse fogo em claridade
Que faroliza o meu coração apaixonado
Sinto o teu respirar pela paz em rogo
Todo o teu corpo por amor, me irradia
A Luz escura do quarto fica em fogo
Quando vejo a nossa cama, de ti, vazia
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terça-feira, 22 de julho de 2014

Chagas de um amor ausente...

( Imagem da net )
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Águas de amor banhavam o corpo solitário
Que caminhava entre areais de esperança
Corriam lágrimas do seu lustre imaginário
Enquanto deslizavam ondas na sua dança

Olhava imponentes barcos além, navegando
Soltos da música da água em fria ondulação
Sentia a sua alma por recordações, chorando
Abrindo chagas em seu tão magoado coração

Amor vivido em sorrisos e mélica agitação
Beijos de ternura, olhar de fervor, sedução
Deixaram chagas na sua alma tão carente 

Fazendo deslizar gotas salgadas de solidão
Lágrimas que calavam palavras de ilusão
De um amor, como barco distante, ausente
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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Amores de um amanhecer...

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Surge o amanhecer. A noite alvora o monte
Ouve-se o silêncio das plantas a florescer
O crepitar de fresca água gargalhar na fonte
Refrescando a rosa que por amor quer viver

Nasce a manhã e chegam andorinhas a dizer
Odes de amor, arco-iris que o sol desponte
Mostrando a sua graça em seu voar e querer
Anunciando amores que nascem no horizonte

Amores de Primavera, desejo que se distrai
Sentimentos que no branco aclarar se esvai
Olvidando a palavra que o sonho enriquece

Perfume de orquídeas que o monte fascinado
Oferece ao silêncio d`um coração apaixonado
Que de palavras de carinho nunca se esquece
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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Olho-te indiferente de um amor distante...

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Olho-te indiferente de um amor distante
Quando sentia fortes palpitações no peito
O coração já não bate descompassadamente
Faço do meu caminhar, o seguir adiante
Já não sinto angústia, nem sequer despeito
Nem sinto as lágrimas cair como antigamente

Penso na distância de um amor de ilusão
Sentindo no peito alívio, mágoa, verdade
Quando te olho e me trazes à memória
Sonhos de louca ternura, imensa saudade
Mas continuas a ser a minha maior paixão
E para sempre a minha mais doce história
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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Sem ti as ruas são tristes e escuras

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Sem ti as ruas são tristes e escuras
Onde as estrelas se negam a entrar
Flores secas, calam doces ternuras
Onde eu caminho para te encontrar

Meu olhar perde-se na seca tortura
Em velho e sombrio conhecimento
Sentido amor, pétala em curvatura
De beijos trocados no pensamento

Meu sorriso em lágrimas que chora
Na nostalgia, desejos em memória
Aguam minha alma, riso e segredos

Circulo sem saber como te encontrar
Vendo teu amor mais além desaguar
Num rio que se esvai em meus dedos
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