quarta-feira, 29 de maio de 2013

Arrepios e ervas perfumadas.


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Suaves águas que lavam minha mente
Aromas de rosas em serrania sagrada
Beijos que me acariciam suavemente
Gentileza  de sentidos, voz perfumada

Sinto a aragem que açoita o meu rosto
Agitação que passa e me cumprimenta
Suaves sabores que aguçam meu gosto
Sonhos de amor que a ventura  inventa

Entre pensamentos de pura felicidade
Num abraço acanhado em nó de verdade
Sente o meu peito o comoção dos escolhos

E no arrepio de afecto e amor constante
Passa o vento num sussurro arrepiante
Como me arrepia o brilho dos teus olhos
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