sexta-feira, 1 de junho de 2018

Amor em janela aberta


Abro a janela, entra o sol que acalma
O vento que refresca os meus desejos
Afagando os alicerces da minha alma
Que chora pela doçura dos teus beijos
.
Entra o aroma dos campos verdejantes
A magia, o som, que mitiga os sentidos
Dizendo que tudo é como era antes
Quando as tuas palavras eram gemidos
.
Talvez o vento não esteja a ser sincero
Nem me trazer as palavras que quero
Nem me sussurrar a voz do tormento
.
Não interessa se esta paixão que sinto
Entrou pela dita janela, mas pressinto
Que esse amor é apenas a voz do vento
.

15 comentários:

  1. Uma nova versão da trova do vento que passa.
    Aquele abraço, bfds

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  2. Bom dia, Ricardo!
    Mais um poema bastante tocante que adorei ler! Amei. Parabéns!!

    Beijo. Bom fim de semana!

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  3. É RICARDO - ÁGUIA-LIVRE NA SUA INCONFUNDÍVEL POESIA COM ESTE LINDO SONETO. VAI O MEU ABRAÇO DE PARABENS. LEYRENO

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  4. Tomara seja um amor que entre pela janela e fique... abraços, chica e feliz JUNHO!

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  5. Uma janela ABERTA à poesia!!!
    Gosto do poema ... bj

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  6. Na vida precisamos estar sempre abertos para receber algo.

    bjokas=)

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  7. Sendo a voz do vento ou não, importante é que fale ao coração.
    Belos versos!

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  8. Adorei o poema
    Você já é um poeta é nós meros espectadores
    Beijos
    Lua Singular

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  9. Lindíssimo soneto que tens a sensibilidade ímpar de os compor!
    Amei ler como sempre!
    Abraços apertados!

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  10. Bom dia,pela janela entra os aromas que deseja, certamente que o vento que entra seja sincero na partilha, o poema é lindo.
    Bom domingo e semana,
    AG

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  11. Boa noite Ricardo!
    Um poema muito bonito que adorei ler.
    Um bom fim de semana!
    Bjs!

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