sábado, 9 de dezembro de 2017

Escrevo quando a imaginação existe



Escrevo quando a imaginação existe
E sinto que minha alma se completa
Alegre é o momento de não ser triste
Não sei se escrevo por ser poeta
.
Sinto em mim palavras tardias
Que me afluem ao pensamento
Durmo de noite, ando nos dias
Sempre ao sabor do leve vento
.
Não sou pobre, não sou rico
Sou remediado no que faço
Não sei se vou se aqui fico
A controlar o meu cansaço
.
Sei que escrevo, por enredo
Sobre a gaivota, sobre o mar
Até que um dia fique quedo
Sem forças para continuar
.

9 comentários:

  1. Bom dia. Lindo como sempre. Adorei.

    Hoje, um mini conto:- lembranças do meu coração...

    Bjos
    Um Sábado feliz

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  2. Lindo poema sobre esse escrever que nos cativa e torna-se quase uma necessidade. Gostei muito!
    bjs, um bom fim de semana, Ricardo.

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  3. Tão bonito! O meu aplauso Poeta.

    Beijo...

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  4. Um fascínio de poema!Gostei muito de ler.

    Abraço

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  5. Eu também escrevo.
    Escrevo pra respirar.

    ; )

    Obrigada pelo poema!

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  6. Quando se escreve por prazer, o verso sabe o caminho.
    Muito bem!

    Beijinho.

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  7. Quando a sementeira frutifica,
    Nota-se abundância e fartura.
    Raiz de Poeta, pontifica
    Nesta Poesia tão segura.


    Parabéns.

    Abraço
    SOL

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  8. Gostei muito. Simples mas tão profundo
    .
    Hoje
    Margens de sedução de branca espuma
    .
    Deixando um abraço de amizade.
    Bom dia.
    .

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