quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Onde me senti provocando um delírio sem lei

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Magoei teu pensamento mesmo não querendo
Do teu amor sequer merecer qualquer perdão
Se te sentes magoada, acredita que o entendo
Mas se te magoei, foi sem qualquer intenção
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Imagino que como o meu, teu coração está só
Cansado e triste, sem absolvição para comigo
Sofre minha alma uma pressão sólida, sem dó
Por querer amar-te, sabendo que não consigo
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Abafado sorriso que divido com a recordação
Do beijo primeiro, que no atrevimento te dei
Momento em que senti o bater desse coração
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Fugaz instante, numa entrega suave, tão viva
Onde me senti provocando um delírio sem lei
Batidas de amargor, quando te vi, tão fugitiva
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8 comentários:

  1. SUBLIME!!!!!
    Inspiração divina dum momento atrevido, num ímpeto de desejo!
    Como sempre, mais um poema arrebatador e poderoso tanto na escrita como nas emoções!
    Parabéns amigo e um abraço!

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  2. Muitos parabéns Poeta, pelo brilhante poema!!

    Bjocas

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  3. Li e reli...Fiquei sem palavras.
    Apenas uma, me apraz dizer: SOBERBO.
    Parabéns!!!

    Beijo

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  4. Um soneto triste,mas repleto de palavras em desejos de um querer.
    Lindo Ricardo!
    Bjs e obrigada pela visita.
    Carmen Lúcia.

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  5. Fazendo uma retrospectiva...identifiquei-me com seu poema. ;-) Muito bom.

    Bjos

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  6. Um poema em forma de soneto melancólico, mas cheio de ternura e amor.
    Por vezes o amor dói e faz doer.
    beijinho
    :)

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  7. Um triste e amoroso poema.
    Volte sempre
    Estava fora de casa, daí a demora
    Beijos no coração
    Lua Singular

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  8. Um soneto escrito com muita sensibilidade, uma obra primorosa.
    Abraço!

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