terça-feira, 5 de novembro de 2013

Amoras Silvestres...


Em caminhos e veredas escuras
Onde apenas o silêncio impera
Encontram-se amoras maduras
Negras de tanta solidão e espera

Silvados de amoras majestosas
Cercam meu ser e meu caminhar
Amoras se mostram primorosas
Que adoçam o meu guloso olhar

Veredas que encontro nesta vida
Feitiçaria de amora amadurecida
Que olho em ensejo de direcção

Mostram a vida e o meu caminho
São parte do meu sobrio destino
Adornam o meu olhar e coração
.

21 comentários:

  1. Perdão amigo Ricardo,mas escrevo novamente.
    Amoras Silvestres que adoçam lindas palavras em poesias.
    bjs amigo
    Carmen Lúcia-mamymilu

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  2. As amoras e poesias lindas e bem maduras...abraços,chica

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  3. O Ricardo,
    Adoro amoras e comendo a dois têm mais doçura e romantismo na sua poesia
    Adorei a criatividade.
    Beijos
    Lua Singular

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  4. Que linda poesia, as amoras também, adoro amoras!
    Abraços amigo poeta!

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  5. Amoras que devem ter uma beleza muito especial
    Uma beleza de adornar olhar e coração
    De despertar desejos e sonhos.
    abraço

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  6. Belo soneto, amigo Ricardo.
    Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma boa noite.

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  7. Amoras com sabor a amor!

    Magnífico poema!

    Beijinhos.

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  8. falar de amoras maduras é falar da doçura do amor
    Achei um poema lindo e sedutor
    Beijos

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  9. Um poema cheio de sedução e glamour. Lindas rimas amigo Ricardo
    Bjs

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  10. Cercado nos silvados majestosos
    Onde encontras o escuro e a solidão
    Teus olhos adocicados, e amorosos
    Estão presos... a um só coração

    Boa noite: Gostei muito...
    Sê feliz...

    Beijo

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  11. Soneto um pouco triste mais cheio de sabor e encanto. Bju

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  12. Que bella forma de endulzar el camino

    Un saludo Ricardo

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  13. Amoras maduras...no ponto de serem colhidas. Beleza, Ricardo! Beijo!

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  14. Transportei-me de repente à infância, onde uma bela amoreira ficava a encantar meu olhar de criança e cada frutinha era saboreada com sofreguidão num gesto de gulodice próprio de quem muito a apreciava.
    Hoje, o olhar de mulher fica pousado na tua poesia, sorvendo-a devagar, apreciando a doçura do 'fruto' em versos iluminados pela sensibilidade do teu coração.
    Sorrisos e estrelas no teu caminhar,
    Helena

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  15. LInda poesia e apetitosas amoras! Aqui onde moro tem amoras de montão! E são lindas e doces demais. Bjs

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  16. Nada sabe melhor que uma amora silvestre. Comi imensas quando era criança, hoje imagino que muitas das silvas de onde eu as apanhava terão sido cortadas, não sei...
    Fizeste um soneto triste com o sumo e colorido de um fruto tão rústico, saboroso e
    apetecível. Nada pode ser assim tão escuro quando se caminha por veredas
    povoadas de amoras. A solidão das amoras fá-las amadurecer desde que haja
    calor. A solidão também nos faz amadurecer e ter momentos de criatividade como este.
    A tua poesia tem a tristeza, a maturidade, e o calor humano que um poeta é suposto ter. A sensibilidade não se compra, tal como não se compra o primitivismo e sinceridade das emoções.
    As amoras agradecem, e eu também.
    Obrigada, Ricardo.
    xx

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  17. Recordações com o sabor da amora Silvestre!
    que gulodice, lindo adorei Ricardo

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  18. Bom dia Ricardo.. adoro entrar no mato pra catar elas.. tá ai uma poesia que nunca fiz.. ficou muito boa amigo.. e amora tem rima pra monte né abraços

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  19. Amoras...não são meu fruto predilecto, a música de fundo é sempre bom ouvi-la aqui


    Boa semana

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  20. Olá!!!, Deus te abençoe boa tarde, amigo passando para te deseja tudo de bom eu amo as sua poesia são encantadora, sucesso amigo.
    Blog: http://arrasandonobatomvermelho.blogspot.com.br

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