segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Corro pela Madrugada

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Corro pela madrugada
Olho o céu que de forma estrelada
Parece acompanhar-me na solidão
Penso em ti amor distante
Como numa forma de amar diferente
Me preenches o coração

Sinto a vontade de parar
Para um pouco pensar
Que hoje estás do outro lado
O teu coração já tem dono
Nunca serei seu patrono
Vou viver este amor calado

Na vontade de um pensamento
Passa uma lágrima que em doce tormento
Me acaricia a face cansada
Saber que existe para além do monte
Uma flor qual LUAR NO HORIZONTE
Que nunca pode ser minha amada

Tenho o seu nome gravado
Neste coração apaixonado
Por um amor proibido
Se corro na madrugada
Procuro tudo e não acho nada
Faço da lágrima o meu sentido

Vejo as estrelas sorrir
Como dizendo vais sentir
O ar fresco da madrugada
Ouvir a voz de uma flor
Que ao ouvido me fala de amor
Como quem dá e não recebe nada

Deixo voar o pensamento
Sorrindo a cada momento
Por te ver longe de mim
Mas quero dizer-te voz tão bela
Serás tu essa janela
Que transforma o campo num jardim

Tua voz de doce passarinho
Teu beijo sendo doce miminho
Alegra esta alma cansada
És esposa; mãe, mulher
És aquela que nunca posso ter
Quando corro pela madrugada

6 comentários:

  1. Lindo, como só tu sabes escrever.
    Beijinhos
    Fernandita

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  2. Muito bonito o poema...Parabéns!!!

    Voltarei cá mais vezes!


    beijos

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  3. Belo poema !

    O sonho faz parte da vida :)

    Boa semana,

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  4. mas que lindoooooooooo
    maravilhosooooooo
    como já nos habituaste
    não pares nunca,
    não mates nunca o poeta
    beijinhos
    fica bem
    ..

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  5. Vocês sim, são maravilhosos.

    Apareçam sempre com o vosso carinho e perfume

    Sejam felizes
    .

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  6. A vida é uma corrida, que nem sempre se encontra a "meta" de chegada...A capacidade de sonhar é o melhor caminho.
    Parabéns, está muito bonito!
    Essa tua veia poeta, que felizmente nunca morreu!
    Beijokas.
    Gina.

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